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29 Outubro 2018 proteção de dados pessoais, roche diagnóstica, saúde

Encontro debate proteção de dados pessoais no setor da saúde

A empresa Roche Diagnóstica promoveu na última semana, dos dias 25 a 27, o evento Roche Market Acces Meeting, que reúne anualmente gestores de saúde do setor privado para discutir temas relevantes para a saúde no Brasil. O presidente executivo do Movimento Brasil Competitivo, Claudio Gastal, foi convidado neste ano para participar do evento. Outros integrantes do painel foram Emmanuel Lacerda, gerente executivo de saúde e segurança do SESI, Denise Eloi, CEO do Instituto Coalizão Saúde, e o Dr. Wilson Shcolnik, presidente da SBPC/ML.

A CEO do Instituto Coalizão Saúde, Denise Eloi, destacou a digitalização dos dados de saúde como um ponto importante a ser discutido. Segundo Eloi, a tecnologia é fundamental para a manutenção dos sistemas de saúde e tende a tornar serviços mais eficientes a custos menores. Entretanto, a segurança deve ser discutida. A CEO citou como exemplo a possibilidade que já existe de acompanhar sinais vitais pelo celular e armazenar dados de saúde pessoal.

Nesse sentido, o presidente executivo do MBC, Claudio Gastal, ressaltou o papel da nova Lei de Proteção de Dados Pessoais, sancionada neste ano. Para Gastal, a lei foi um avanço no país, tanto para os cidadãos quanto para o setor empresarial. “Existe pouca gente fora da área de tecnologia que se preocupa com o impacto da proteção de dados. Mas dados estão presentes em todos os setores da sociedade e afetam todas as áreas, inclusive a saúde. É preciso nos atentar para essa lei, para garantir que ela gere os efeitos benéficos para os quais foi criada”, afirmou Gastal.

O presidente executivo do MBC falou ainda sobre a necessidade do diálogo entre o setor público, o setor empresarial, o setor de saúde e o cidadão. “Olhando um pouco do lado de quem não é especialista, mas vive na discussão da produtividade, da competitividade do setor empresarial brasileiro, há uma lacuna muito grande de diálogo entre setor empresarial e setor de saúde. Por isso é necessário criar uma mesa de diálogo entre os contratantes, empregadores, empresas, sistemas de saúde e setor público. É difícil, mas cada vez mais necessário criar uma coalizão para decidir uma estratégia comum no uso da tecnologia”, disse.

Assessoria de Comunicação Social do MBC